Ainda hoje, passado tanto tempo, não me sinto indiferente a decades, the eternel, atmosphere, disorder, …
Ainda hoje, tenho um carinho muito grande por movement, que comprei a meias com alguém, por uns míseros mil escudos, numa feira da Gare do Oriente, já lá vão “uns anitos”!
A C7 de analog days lembra-me as de Daniel Johnston e o seu mercado artesanal.
Não tenho hoje, em minha casa, nenhum leitor analógico em que pudesse ouvi-las - somos uns vendidos da era da globalização digital actual…
A nossa honra, é apenas salva, pelos milhares de mp3, que circulam pelos cabos dos nosso phones…
“Esta é uma boa canção” – Faço minhas as palavras de Martin. Mais do que isso é a melhor deste século – so here we are é única ! ! !
Já não me sentia levado por uma música, numa sala de cinema, desde Charlotte e Bob naquela viagem de taxi no fim da noite, ao som de sometimes, naquele filme em que a tradução portuguesa é que é um lugar estranho…
Políticas e outros conteudos à parte, Analog Days não é o resumo de três décadas musicais, mas faz muito bem a sua ligação…
Sinceramente, apenas espero que nunca tenha o seu título em português, não vá alguém chamar-lhe – “Os dias do Vinil”…


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